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Liberdade Religiosa – Premiação aos líderes empresariais

21 Dec, 2015

Nesta terça-feira, 15 de dezembro de 2015, o Dr. Ricardo Leite, Carlos Wizard Martins, a jornalista Jô Ribes e o assessor Jayme Eduardo se encontraram com o Governador Pezão, do Rio de Janeiro. Na reunião, foi discutido o apoio do Governo do Rio de Janeiro ao projeto de premiação aos líderes empresariais que se destacam pelo exercício de políticas de redução à intolerância religiosa e cultural. Trata-se de uma iniciativa conjunta desenvolvida pela ALRN em conjunto com a United Nations Global Compact.


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Tolerância e respeito estão na pauta da Frente Parlamentar pela Liberdade Religiosa, 09/12/15

9 Dec, 2015

Sessão solene vai reunir líderes religiosos, autoridades governamentais, entidades e setor empresarial para discutir os desafios e enfatizar a manutenção da paz.

A Câmara dos Deputados realiza hoje sessão solene pedida pela Frente Parlamentar Mista Pela Liberdade Religiosa, a partir das 11 horas, no Plenário Ulisses Guimarães. A sessão terá transmissão ao vivo pela TV Câmara.

O presidente da frente parlamentar, deputado Moroni Torgan (DEM-CE), assinala que os ataques terroristas de 13 de novembro acabaram por “assustar” nações em diversas partes do mundo. “Até, no Brasil, um dos países com as menores restrições governamentais e sociais no tocante à liberdade religiosa, segundo a pesquisa da Pew Research*, houve reflexos. O preconceito gerado pelo medo do desconhecido parece querer mudar esse retrato”, disse o parlamentar.

Recentemente a Comissão de Liberdade Religiosa, da OAB São Paulo, recebeu depoimentos de mulçumanos que foram intimidados enquanto circulavam pela cidade, sendo chamados de terroristas. “Os preconceitos no trabalho, ou no dia a dia por conta de religião, são recorrentes. A questão é saber como evitar que atos de ignorância, ou de intolerância interfiram no nosso direito à religiosidade”, acrescentou.

Este e outros casos serão discutidos durante o evento. A partir desse encontro serão discutidos possíveis projetos de lei que visem à inibição desses atos contrários ao direito da religiosidade. “O objetivo desta Frente Parlamentar é garantir a liberdade do exercício religioso assim como assegurar a cada cidadão o direito ao livre exercício aos cultos religiosos e a proteção aos locais sagrados e de suas liturgias e propor alternativas para resoluções de problemas relacionados à liberdade e esses entraves no exercício religioso”, afirma Moroni Torgan.

O evento, que contará com a presença de representantes de diferentes religiões, entidades religiosas e empresariais, ateus agnósticos, além do público interessado, é organizado pela Associação pela Liberdade Religiosa e Negócios (ALRN), a Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (ABLIRC) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional São Paulo, e conta com a cooperação de diversas entidades religiosas e empresariais.

Sobre a Frente Parlamentar

A Frente Mista Pela Liberdade Religiosa foi criada em fevereiro deste ano com o slogan: Não basta acreditar. Devemos respeitar! A Frente Parlamentar pela Liberdade Religiosa tem hoje a participação de 207 deputados signatários e 12 senadores.Como consta no estatuto da Frente Parlamentar, cada religião deve ser respeitada em suas tradições e valores e esta liberdade é um patrimônio social dos brasileiros que deve ser resguardada para a construção de uma sociedade de paz e de misericórdia.

FONTE: Plantão News

Tolerância e respeito estão na pauta da 2ª. Edição da Frente Parlamentar Mista pela Liberdade Religiosa, 18/12/15

8 Dec, 2015

Encontro que reúne líderes religiosos, autoridades governamentais, entidades e setor empresarial, vem discutir os desafios e enfatizar a manutenção da paz
Os ataques terroristas de 13 de novembro acabaram por “assustar” nações em diversas partes do mundo. Até, no Brasil, um dos países com as menores restrições governamentais e sociais no tocante à liberdade religiosa, segundo a pesquisa da Pew Research*, houve reflexos. O preconceito gerado pelo medo do desconhecido parece querer mudar esse retrato.
Recentemente a Comissão de Liberdade Religiosa, da OAB São Paulo, recebeu depoimentos de mulçumanos que foram intimidados enquanto circulavam pela cidade, sendo chamados de terroristas. Mas, esse não é um caso isolado. Preconceitos no trabalho, ou no dia a dia por conta de religião são recorrentes. A questão é saber como evitar que atos de ignorância, ou de intolerância interfiram no nosso direito à religiosidade.
Este e outros casos serão discutidos durante a 2ª. Edição da Frente Parlamentar Mista Pela Liberdade Religiosa, que acontece no dia 02 de dezembro, às 11h no Plenário Ulisses Guimarães, na Câmara dos Deputados, em Brasília, com transmissão ao vivo pela TV Câmara. A partir desse encontro serão discutidos possíveis projetos de lei que visem à inibição desses atos contrários ao direito da religiosidade. “O objetivo desta Frente Parlamentar é garantir a liberdade do exercício religioso bem como assegurar a cada cidadão o direito ao livre exercício aos cultos religiosos e a proteção aos locais sagrados e de suas liturgias e propor alternativas para resoluções de problemas relacionados à liberdade e esses entraves no exercício religioso”, afirma Moroni Torgan, presidente da Frente Parlamentar Mista de Liberdade Religiosa.
O evento, que contará com a presença de diferentes religiões, entidades religiosas e empresariais, ateus agnósticos, além do público interessado, tem a organização da Associação pela Liberdade Religiosa e Negócios (ALRN), a Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (ABLIRC) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional São Paulo, e cooperação de diversas entidades religiosas e empresariais.
Sobre a Frente Parlamentar
A Frente Mista Pela Liberdade Religiosa foi criada em fevereiro deste ano pelo Deputado Federal, Moroni Torgan (DEM-CE), que hoje também está à frente da Frente Parlamentar de Segurança Pública e foi autor da proposta de instalação da CPI do Narcotráfico (1991).
Com o slogan: Não basta acreditar. Devemos respeitar! A Frente Parlamentar pela Liberdade Religiosa tem hoje a participação de 207 deputados signatários e 12 senadores.
Como consta no estatuto da Frente Parlamentar, cada religião deve ser respeitada em suas tradições e valores e esta liberdade é um patrimônio social dos brasileiros que deve ser resguardada para a construção de uma sociedade de paz e de misericórdia.
A Frente Parlamentar Mista Pela Liberdade Religiosa convida a sociedade como um todo, representada pelas diversas lideranças religiosas, civis e autoridades, para que mostrem ao mundo que a convivência e respeito são possíveis e merecem a nossa defesa.

 

FONTE: FOLHA DO SERTÃO

 

 

Sessão Solene Pela Liberdade Religiosa

3 Dec, 2015

O Dr. Ricardo Cerqueira Leite integrou a mesa que presidiu os trabalhos da Sessão Solene ocorrida em 02 de dezembro de 2015, às 11:00 horas no Plenário do Congresso Nacional. A sessão foi presidida pelo Deputado Federal Moroni Torgan, presidente da Frente Parlamentar pela Liberdade Religiosa. O objetivo dos trabalhos fora dar a oportunidade para que líderes religiosos e parlamentares se manifestassem acerca do direito fundamental da Liberdade Religiosa. O Dr. Ricardo acrescenta: “O Brasil tem uma vocação natural para lidar com a diversidade religiosa e cultural. Temos desafios, mas quando comparamos a realidade brasileira com outros países, a conclusão é que somos um país com os menores índices de restrições governamentais ao Direito Fundamental da Liberdade Religiosa. Em sessão solene ocorrida no Plenário do Congresso Nacional, tive o prazer de acompanhar os trabalhos do Excelentíssimo Deputado Federal Moroni Torgan, presidente da Frente Parlamentar pela Liberdade Religiosa. Eis uma iniciativa digna de nota que demonstra, de forma institucional, a vocação do Brasil. Apesar dos desafios políticos que o país atravessa, há muita coisa boa a ser feita e, felizmente, há parlamentares que ainda se dedicam a causas nobres e virtuosas. Saúdo o Deputado Moroni Torgan pela liderança na Frente Parlamentar”

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Manifesto de Combate á Intolerância Religiosa na Internet

18 Nov, 2015

Secional paulista da Ordem lança manifesto contra a intolerância religiosa na internet

Manifesto de Combate a Intolerancia religiosa na InternetSob a luz dos movimentos pacifistas que buscam a concretização dos diversos ideais de paz, foi lançado no último dia 09/11, na Câmara Municipal de São Paulo, o “Manifesto de Combate à Intolerância Religiosa na Internet”. O evento foi promovido pela presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB SP, Damaris Dias Moura Kuo, e contou com a presença de diversas lideranças religiosas.

A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, Ivette Senise Ferreira, representou o presidente Marcos da Costa e fez a abertura da sessão destacando a importância da Comissão de Liberdade Religiosa em sua constante atuação na defesa da livre manifestação de todas as crenças, bem como sua ampla ação que abrange todo o país, e não somente o estado de São Paulo, no intuito de transformar ações intolerantes por meio do conhecimento que estimula o exercício da paz.

Sobre o manifesto, a vice-presidente explica que ele é um documento que reforça para a sociedade a necessidade de proteger as redes sociais e a internet de pessoas mal-intencionadas, tendo em vista que a comunicação tradicional foi suplantada por esses recursos, por isso a urgência de se regulamentar as normas necessárias para coibir condutas impróprias.

Em seguida, Damaris Dias Moura Kuo explanou sobre o lançamento do Manifesto que, de acordo com ela, é um ato de vigilância da liberdade religiosa: “Cremos que a liberdade seja uma das dádivas humanas mais frágeis; existem pessoas no mundo que dormem livres e acordam encarceradas”. Na esteira do pensamento de Kuo, o presidente da Associação Beneficente e Cultural B’nai B’rith, Abraham Goldestein, lembrou de um fato histórico ocorrido na Alemanha e na Áustria, quando há exatos 77 anos, no dia 09/11/1938, aconteceu a Noite dos Cristais onde Adolf Hitler, cinco anos após publicação das leis de discriminação aos judeus, destruiu sinagogas e lojas judaicas, matou 90 judeus e levou cerca de 30 mil pessoas aos campos de concentração. Na plateia, saudado com salvas de palmas pelos presentes, encontrava-se Hans Bergmann, um dos sobreviventes daquela terrível noite.

Fechando a noite, o palestrante Rony Vainzof, advogado e secretário da Confederação Israelita do Brasil, destacou que muitos sites e provedores, após inúmeras ações judiciais promovidas pelos agredidos, mantêm atualmente políticas de acesso em suas cláusulas de uso com normas que proíbem manifestações de ódio ou intolerância a gêneros, raça e credos. “Os provedores querem manter um ambiente saudável, eles não querem um ambiente de ódio porque isso afasta seus usuários”, concluiu o advogado.

Os interessados em conhecer o texto completo do Manifesto podem acessar o link https://goo.gl/QhMEzE e as assinaturas podem ser feitas na página da Comissão, no endereço eletrônico https://goo.gl/FznSzf.

Também participaram do evento: Samuel Gomes de Lima, presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania; Camila Godoy da Silva, vereadora do município de Itapevi; Jader Freire de Macedo Junior, vice-presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB SP; Clélia Gomes, deputada estadual (PHS-SP); Alcides Coimbra, professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp) e Laércio Benko, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Vereadores de São Paulo.

Tags: Manifesto de Combate à Intolerância Religiosa na Internet | OAB SP | Comissão de Liberdade Religiosa da OAB SP

Vice-Presidente Michel Temer em encontro com a ALRN – Associação Pela Liberdade Religiosa e Negócios.

11 Dec, 2014

11 de dezembro, 2014 

Na última quarta-feira (10/12), os integrantes da ALRN encontraram o vice-presidente Michel Temer. Na oportunidade o vice-presidente foi formalmente convidado a participar da Premiação Global pela Liberdade Religiosa – Rio2016, sendo um dos apresentadores das premiações.

Na foto, o vice-presidente Michel Temer encontra-se com Gregory Clark, Ricardo Leite e Romanna Remor. A Deputada entrega ao vice-presidente um material desenvolvido pelo UM Global Compact, com apoio da RFBF. Ao lado de Michel Temer está o empresário Carlos Wizard Martins, que também é um grande apoiador da liberdade religiosa.

(Na foto, o vice-presidente Michel Temer encontra-se com Gregory Clark, Ricardo Leite e Romanna Remor. A Deputada entrega ao vice-presidente um material desenvolvido pelo UM Global Compact, com apoio da RFBF. Ao lado de Michel Temer está o empresário Carlos Wizard Martins, que também é um grande apoiador da liberdade religiosa.)

A Premiação Global reconhece as empresas pelos melhores avanços e inovações ao aprimorar o respeito pela liberdade religiosa. Medalhas de ouro, prata e bronze – com prêmios em dinheiro que as empresas destinam a organizações que promovem a liberdade religiosa – são concedidas em quatro categorias distintas: multinacionais, pequenos negócios, empreendedores e mulheres.

A Premiação Global pela Liberdade Religiosa – Rio 2016 é organizada pela RFBF (Religious Freedom and Business Fundation) e conta com o apoio do governo e de sua filial local – a ALRN. O Rio de Janeiro, em 2016, sediará a primeira premiação desse tipo, em concomitância com os Jogos Olímpicos. No futuro, a premiação se repetirá a cada dois anos, nas respectivas sedes dos Jogos Olímpicos de Inverno e Verão.

Michel Temer já mantinha contato com integrantes da ALRN e sempre demonstrou interesse em apoiar a causa da liberdade religiosa. A Deputada Romanna Remor, membro da ALRN, foi quem iniciou os contatos com o vice-presidente, inclusive participando de uma reunião em encontro pessoal na qual apresentou os estudos que identificam o Brasil como um campeão mundial em liberdade religiosa.

Desde o primeiro contato o vice-presidente mostrou disposição em apoiar a iniciativa de levar ao mundo o sucesso brasileiro na liberdade religiosa.

O convite foi feito durante o evento Organizado pelo Grupo Doria e Grupo LIDE – Líderes Empresariais, que aconteceu no Hotel Hyatt, em São Paulo. Na ocasião, reuniram-se diversos empresários para participar de debates e fóruns sobre como as entidades privadas podem apoiar e participar em iniciativas relacionadas à sustentabilidade, educação e responsabilidade social.

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Pew Research work on global restrictions to continue

22 Sep, 2014

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Global Religious Restrictions Project Transition

Since 2006, the Pew Research Center has analyzed the extent to which governments and societies around the world impinge on religious beliefs and practices. This work has gained a large, international audience and will continue as part of the Center’s Religion & Public Life Project.

The methods used by Pew Research to measure restrictions on religion evolved from a study that Brian J. Grim, Ph.D., and Roger Finke, Ph.D., previously conducted at Penn State University’s Association of Religion Data Archives. From 2006 through January 2014, Dr. Grim was a senior researcher in religion and world affairs and director of cross-national data at the Pew Research Center. In that capacity, he and other members of the Pew Research staff refined the methodology and published five major research reports on global religious restrictions and hostilities.

On February 1, 2014, Dr. Grim is leaving the Pew Research Center to become the founding president of the Religious Freedom & Business Foundation, where he encourages businesses to consider religious freedom issues as they choose and make investments. While Dr. Grim may cite the Center’s research, any commentaries or analyses produced by him in his new capacity are his own. The Pew Research Center does not take positions on policy issues.

Starting in March 2014, Peter S. Henne, Ph.D., will return to the Pew Research Center to lead the study of global religious restrictions and hostilities. From 2009 to 2012, Dr. Henne was a research analyst at the Pew Research Center, working closely with Dr. Grim on the religious restrictions study. For the past year, he has run a data coding and analysis project at the National Consortium for the Study of Terrorism and Responses to Terrorism (START) at the University of Maryland. Dr. Henne is a graduate of Vassar College and received his doctorate in government from Georgetown University.

Press Release: Brian Grim becomes Foundation president

22 Sep, 2014
After establishing and leading the widely acclaimed research on global religious restrictions at the Pew Research Center, Brian Grim will leave the Center on Feb. 1 to become the founding president of theReligious Freedom & Business Foundation.*

Grim will launch the new global foundation at a series of public events and planning meetings in Brazil.

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The Foundation educates the global business community about how religious freedom is good for business, and engages the business community in joining forces with government and non-government organizations in promoting respect for freedom of religion or belief. It envisions a future of innovative and sustainable economies where religious freedom and diversity are respected.

The Foundation’s work focuses on game-changing global initiatives in an increasingly religious world:

  • Business, Faith & Freedom Global Forums at World Expos (Milan 2015 & Astana 2017) that showcase faith’s role in inspiring successful business innovations that improve the world
  • Religious Freedom & Business Global Awards presented in 2016 in Rio de Janeiro, the host city of the Olympic Games, for best business initiatives to improve respect for religious freedom
  • Sustainable and empowering businesses for religious minorities sponsored by investors who obtain positive financial and social returns on their investment
  • Executive training, workshops and symposiums on ways to implement policies that promote innovative and sustainable businesses where religious freedom and diversity are respected

The Foundation is the first organization dedicated to educating businesses about why religious freedom will enable them to be more productive and successful, and how they can effectively incorporate religious freedom in their strategic business plans for the benefit of their stake holders, their employees and society.

As Brian begins this new global endeavor, the work he started at Pew Research will continue.

Follow Brian on Twitter, Linkedin, Facebook, and at his Weekly Number Blog

* The Foundation is a non-partisan charitable organization working with business people, academics, government officials and community leaders from multiple faiths (or of none) to accomplish its mission. The Foundation is a registered corporation and is applying for IRS recognition as a non-profit 501(c)3 organization in the USA.

Blog: Religious restrictions and hostilities hurt business: Pakistan and Egypt

22 Sep, 2014

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The typical government response to religious hostilities is to tighten restrictions on religion. But, contrary to common perceptions, a solid body of empirical and historical research shows that piling on additional restrictions does not ensure peace and stability, but rather can fuel additional grievances. Indeed, research shows that the price of denying religious freedoms is far higher than protecting them.

Specifically, as social hostilities involving religion rise, government restrictions on religion rise, leading to more violence, setting up a religious violence cycle that become difficult to break, with direct adverse effects on business, foreign investment and world economies. Two examples help demonstrate how religious restrictions and hostilities are bad for business:

(1) Blasphemy Laws. Pakistan’s speech-restricting blasphemy laws often sow discord rather than the purported aim of promoting peace, as two high ranking government officials were recently assassinated for merely questioning the laws. These laws also have a direct negative impact on businesses. There are “recorded instances of business or personal rivals accusing each other of blasphemy to extract revenge for a past grievance. The blasphemy laws in Pakistan have not only been used in cases where individuals have been accused of specific blasphemies, they have also been used to ban websites like Facebook, YouTube, and Wikipedia because of content that would be considered sacrilegious” Tarin and Uddin 2013, p. 19).

(2) Egypt: Religious Violence Cycle & the Economy. The religious violence cycle is playing out today in Egypt in the back-and-forth social and political struggle between the supporters of the Muslim Brotherhood and the coalition opposing them. Of course, this struggle directly impacts the important tourist industry, but it also drives away foreign investment. And this has adverse effects on foreign economies.

To end the cycle of religious violence and its negative impact, observers of post-Mubarak Egypt concluded that all factions in society – including Islamists – must feel that their voices are heard and that “special attention should be paid to the economy …” (Shaikh and Ghanem 2013, p. 2).

Also, as the role of women is debated within Islam and between Muslims in Egypt and countries ranging from Morocco and Iraq to Pakistan and Indonesia, religious restrictions on women also impact economic outcomes as the future health of economies is related to the economic opportunities afforded women. Furthermore, not only do religious restrictions have adverse effects on the economy, but a poor economy can reinforce religious intolerance, adding to the religious violence cycle. And perhaps most telling, as Egypt’s religion-related tensions have grown, Egypt’s young entrepreneurs desire to move outside the country rather put their hopes in their home.